sábado, 5 de maio de 2012

Sobre a Pandora (as jóias, não a caixa)


Hoje o namorado foi escolher uma peça da Pandora para completar (ainda mais) a pulseira da mãe, seria a prenda dele para o dia da Mãe. 

O mais curioso é que ele foi comprar a dita jóia porque o pai dele lhe pediu para comprar.

Honestamente, o único comentário que me saiu foi a de que não via onde estava o interesse nas jóias para pulseiras e colares da Pandora. Olhando à volta da loja, a joalharia tinha jóias simples mas sofisticadas de bom gosto inquestionável. Já as pulseiras da Pandora que eu vejo por aí em conhecidas são desarmoniosas e têm um aspecto muito pesado quando a pulseira está completamente cheia. O facto de estas pulseiras se irem completando com jóias que, na sua grande parte, são ofertas nem sempre ajudam a conseguir um conjunto equilibrado e elegante, que é o que se pretende quando se ostentam jóias.

Eu não tenho nenhuma jóia da Pandora e o namorado também nunca me ofereceu (ainda bem). Sei que ele também é da opinião de se que trata acima de tudo de uma marca conhecida (o marketing é bem conseguido), mas não lhe reconhece o bom gosto.

Se me passar pela cabeça comprar uma jóia, será algo simples mas elegante. Até porque é na simplicidade que se encontra a sofisticação máxima.

he he he...


Leituras



Acabei de ler o primeiro livro da saga "Millenium" de Stieg Larsson.
Já tinha ouvido falar tão bem do livro. Agora pude confirmar que efectivamente é um livro que prende a nossa atenção do início ao fim. Está muito bem escrito, a história em si é deveras interessante pela forma como as personagens são abordadas e pela descrição minuciosa dos cenários envolventes.

Agora esperam-me mais dois livros que aguardam pela leitura, lá na estante do meu quarto!

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Sem palavras para comentar...

«Deus,
Bem avisaste que eras um Deus invejoso e vingativo. Também sei que Job era um caso-limite: uma ameaça do que eras capaz. Nem eu nem a Maria João temos um milésimo da obediência e da resignação de Job. E castigaste-nos menos. Mas foi de mais.

De certeza absoluta que nos amamos mais um ao outro do que te amamos a Ti. Sabemos que isto não está certo. Mas foste Tu que nos fizeste assim. Admite: deste-nos liberdade de mais. Foste presunçoso: pensaste que Te escolheríamos sempre primeiro. Enganaste-Te. Quando inventaste o amor, esqueceste-Te de que seria mais popular entre os seres humanos do que entre os seres humanos e Tu. Por uma questão de tangibilidade. E, desculpa lá, de feitio. Tu, Deus, tens o pior das arrogâncias feminina e masculina. Achas que só existes Tu. Como Deus, até é capaz de ser verdade. Mas, para quereres ser um Deus real e humanamente amado, tens de aprender a ser um amor secundário. Sabemos que és Tu que mandas e acreditamos que há uma razão para tudo o que fazes, mesmo quando toda a gente se lixa, porque não nos deste cabeça para Te compreender. Esta deficiência foi uma decisão tua: não quiseste dar-nos a inteligência necessária.
Mas deste-nos cabeça suficiente para Te dizer, cara a cara, que nos preocupamos mais com os entes amados do que contigo.

Ajuda a Maria João, se puderes. Se não puderes, não dificultes a vida a quem pode ajudar. Faz o que só um Deus pode fazer: reduz-te à tua significância. Que é tão grande»


Miguel Esteves Cardoso no "Público" 03/05/2012

sábado, 28 de abril de 2012

Ai as aparências!

Num destes dias, enquanto estava a passear pelas ruas da cidade do Porto presenciei uma cena que me deixou perplexa.

Estava eu a passar num passeio algo apertado na rua Fernandes Tomás, quando vejo um carro estacionado quase em cima do passeio, a porta do condutor estava totalmente aberta, bloqueando completamente a passagem às pessoas.
As pessoas que estavam dentro do carro, eram jovens rapazes nos seus 18 a 20 anos e tinham aspecto de serem rastas (dois deles tinham rastas no cabelo) e boa onda. Ora, estando o passeio bloqueado às pessoas a primeira pessoa a ficar barrada foi um menino que não devia ter mais de 9 ou 10 anos, seguido do pai que estava atrás. O jovem condutor que estava em pé junto à porta do carro nem se apercebeu que o miúdo queria passar (nem sequer teve consciência que a porta aberta bloqueava a passagem às pessoas, enfim). O rapaz tentou dizer algo, possivelmente estava a pedir para passar e estendeu a mão mais para cima na direcção da porta. O homem nem se apercbeu da intenção do miúdo e começou a dizer que não "tinha nada para lhe dar" com aquele ar de pena fingido. Que nervos! O pai do rapaz que estava atrás disse logo, "Ele não está a pedir esmola! Ele quer que feche a porta para passar!"
Bem, o jovem mal se apercebeu entrou de imediato no carro mas nem um desculpa apresentou.
É preciso ter uma grande lata.
Primeiro, pensava que o passeio era todo dele, para abrir totalmente a porta do carro e deixar-se ficar assim, indiferente às pessoas que queriam passar.
Segundo, o rapaz nem tinha aspecto de mendigo, era perfeitamente normal e simples. Tanto ele como o pai.
Terceiro, refugia-se no carro, onde a malta já estava e nem um desculpa perfeitamente audível consegue emitir.

É preciso ter uma lata para se julgar as outras pessoas pelo aspecto e assumir que elas são "mendigas" quando não olham pela sua figura abaixo.

Essa cultura dos rastas e gente de boa onda, só tem imagem e não os valores que supostamente lhes estão associados. Mas isso ficará para outro post.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Saudades...

Saudades

Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...

Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...

Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...

Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...

Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...

Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.

Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!

Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!

Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!

Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.

Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...

Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!

Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!

Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,

Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.

Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...

Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.

Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.

Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.

Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.

E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.

Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
 Clarice Lispector

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Clássicos...

Porque há músicas que ficam no ouvido depois de as ouvirmos na rádio, aqui fica um clássico de Phil Collins:


terça-feira, 24 de abril de 2012

Música para esta noite


Aquele cantinho...

Gostava de estar aqui por um bocado.
Livre de pressões e julgamentos por parte de outras pessoas. Livre de expectativas irreais que nos impedem de ver outros cenários e outras possibilidades.

A semana passou a correr e sinto que ando tão alienada que nem tempo tenho para as minhas divagações...

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O tempo está a voar muito rápido...
E eu tenho a sensação de não estar a viver a minha vida. Parece que não está a ser comandada por mim. 
Ponho sempre as outras pessoas à frente dos meus sonhos (por exemplo, não escondo que nunca me lancei a sério na emigração por causa da minha mãe... entre outros...). O resultado final nem sempre é satisfatório.
Aqui dentro alguma coisa não vai bem...

terça-feira, 17 de abril de 2012

Sonhos...


Durante três noites seguidas tive sonhos diferentes que tinham um ponto em comum: no final de cada sonho sentia-me rejeitada e desesperada. Abrangiam essencialmente a área profissional e em termos de relação amorosa.
Três noites seguidas e depois parou...
Não acredito em superstição, nem tão pouco que os sonhos tenham poderes premonitórios. Acredito sim, que eles são o reflexo do nosso inconsciente mais profundo. Sei de antemão, que algumas situações na minha vida vão alterar-se (como tudo na vida) e acho que já estou a ficar afectada por coisas que ainda não aconteceram...

terça-feira, 10 de abril de 2012

chocolate guylian

Anda uma pessoa a desabafar que precisa de fazer dieta e espetam-lhe com um chocolate Guylian!

Que devia fazer?
Levar para o trabalho para dividir om as colegas, como gesto de solidariedade e companheirismo?
Ou comer um docinho por dia, uma vez que foi prenda do namorado?

Aí!!!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Santa paciência...

Às vezes eu perco a paciência ao lidar com clientes diariamente.
Então ao fim de 8 horas de trabalho já quase não se consegue ouvir nada do que dizem, ou melhor ouvimos, mas a paciência é que vai escasseando.

Acho curioso como cada cliente pensa que é único e decide contar a vida toda como se nós tivessemos todo o tempo do mundo para os ouvir. 
Depois, há clientes que querem a situação resolvida "AGORA!". Se ouvem alguma frase do estilo "vai ter de aguardar que..." interrompem logo aos berros!...
Há clientes que já vêm com a intenção de reclamar. Se no entender deles a conversa não correr como eles querem  há queixas sobre o funciomanento da instituição, sobre o atendimento, sobre a postura da pessoa que está a atender até do tom de voz reclamam.

No meu caso raramento verifico manifestações de descontentamento sobre a minha postura, mas como não agradamos a gregos e a troianos já ouvi algo do género "você devia ter uma postura mais personalizada e profissional!". Esta voz masculina irritou-me de tal modo... Daqui a bocado querem que lhes sirvamos café e bolinhos enquanto dados a informação de que precisam, ou então fazemos conversa de "bla bla" enquanto outros clientes esperam...

Santa paciência. Há pessoas muto bem educadas, mas para quem lida diariamente com clientes apanha cada susto. Como é possível tamanha má educação e pouco saber estar.

Cá para mim muita boa gente aproveita para descarregar o stress do dia a dia em pessoas, isto é, funcionários de outras instiruições porque sabem que em atendimento ao público generalizado ninguém pode ser mal educado.

sábado, 7 de abril de 2012

lolada...

Hoje descobri por acaso dois blogues fora do normal, mesmo para provocar a gargalhada parva.
Todos nós temos um episódio (ou alguns) algo embaraçoso na nossa vida do qual nos envergonhamos, por sabermos que quando contamos esse dito acontecimento provocamos gargalhadas espontâneas.

Ok é um bocado mau rir das desgraças dos outros, mas sabe sempre bem rirmo-nos um bocado de algumas cenas do quotidiano...

Aqui estão os sites:

http://www.fmylife.com
http://vidademerda.com.br

Eu também vou ser mais uma em dieta extrema...

Li algures que Anne Hathaway está, ou esteve, a fazer uma dieta extrema para entrar num novo filme.

Não tarda nada, eu também vou ser mais uma em dieta extrema dado o susto que a balança me pregou hoje de manhã...
Já não me pesava há algum tempo e tenho a noção de que sem fazer exercício há já alguns meses (deixei o ginásio, com muita pena minha) e a trabalhar sentada 8h diárias tenho sentido um ligeiro aumento de volume nas ancas e zona do ventre. Tenho a consciência de que engordei um bocado desde meados de 2011, contudo não estava à espera de ver "aqueles" números na balança!...

Oh...
Vou começar a caminhar mais. O ginásio ainda não é uma opção, visto serem dispendiosos e o meu horário de trabalho incerto também não ajuda a tirar o máximo rendimento tendo em conta o valor da mensalidade, isto é, o pouco tempo que consigo passar no ginásio não justifica a mensalidade que se está a practicar no mercado actualmente.
Tenho de começar a cortar nos doces e voltar ao velho hábito de comer em menos quantidades e fazer pequenas refeições ao longo do dia. Eu adquiri este hábito por volta dos 17 e 18 anos e consegui manter até há cerca de dois anos. Não sei se por culpa do trabalho ou dos horários incertos, já não consigo alimentar-me bem. 
O facto de jantar/almoçar muitas vezes em casa dos pais do namorado também não ajuda muito, eles põem tanta comida no prato e para não parecer mal tento comer tudo, mesmo quando o estômago está literalmente a "berrar". Depois fico cheia e estou horas e horas sem me apetecer comer nada... Depois também há outro factor, eles comem rápido e eu sempre fui lenta a comer. Gosto de comer devagar, de mastigar tudo muito bem e de saborear os alimentos. Mas como sou quase sempre a última a comer, tento esforçar-me para comer rápido e muitas vezes já me apercebi que nem sempre mastigo bem os alimentos e o estômago fica a doer um bocado.

Sim vou ter de alterar hábitos e ser mais firme para não ceder em tentações gulosas, vou tentar ser mais activa e comer somente o necessário!

Casamento

Parece que está na moda as pessoas serem contra o casamento e unicamente a favor da união de facto. E ainda por cima defendem que as uniões de facto deveriam ter os mesmos direitos que um casamento.

Acho que cada um sabe se vale a pena casar ou não. Para  mim casamento não é apenas um papel passado, como muita boa gente se justifica ou tenta argumentar. O casamento para mim é uma afirmação de sentimentos. Muitas pessoas podem alegar que a demonstração de sentimentos não passa obrigatoriamente pelo casamento, todas as manifestações de amor, mesmo a mais simples (como oferecer uma única rosa) são válidas e deveras importante. Ainda assim, acho que a formalização da união é uma afirmação de sentimentos e de vontade em concretizar um projecto de vida em comum.

No meu caso, não sei se algum dia vou casar (não é algo que dependa única e exclusivamente de mim). De momento, estou muito bem a morar em part time na casa do namorado. A intenção é juntar os trapos no mesmo partamento, mas tudo a seu tempo.
Não desdosto da idéia do casamento. Mas confesso que casamento tradicional com um mega vestido de noiva e boda para duzentos convidados, ao mais puro estilo "para inglês ver", não condiz nada com o meu perfil e a minha visão de união entre dois seres. Acho absurdo o balúrdio que se paga por um dia de mega festa. 
Sendo um acto intimista entre duas pessoas que se amam, a minha idéia de celebração é bem mais intimista - os noivos, claro, e familiares e amigos mais próximos. Sem stress, sem pressões e com muito amor.
 Com efeito, não gosto da idéia de ter de convidar fulanos e sicranos porque fica bem ou porque são familiares (ainda que bastantes afastados e já não falamos com eles há sei lá, quinhentos anos?!...)

São idéias e devaneios...



sexta-feira, 6 de abril de 2012

Pois é, as raparigas do norte...

"As raparigas do Norte", por Miguel Esteves Cardoso

"As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos impossíveis. Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer."

Post que não interessa a ninguém pelo seu conteúdo altamente fútil!...

Estava hoje numa perfumaria para me decidir qual perfume iria escolher.
Tenho um vale para gastar nessa dita perfumaria desde Outubro (foi uma prenda de aniversário) e até hoje ainda não me decidi em que é que vou aplicar o vale.
Tenho a certeza de uma coisa: tem de ser um perfume!
A questão é escolher "O" perfume... Como sempre, no que toca a fragrâncias sou um bocado indecisa. Ainda por cima não são nada baratinhas, especialmente os meus favoritos. 
Hoje esteve complicado, não me conseguia decidir entre quatro perfumes.
Ajudou o facto de me lembrar que não tinha o vale comigo... 
Aqui vão:

"Miss Dior Chérie"! lovelly


"Davidoff Cool Water Woman" suave e agradável.

"Womanity" de Thierry Mugler - intenso, um perfume que não passa despercebido.

A novidade da estação! 
Narciso Rodriguez "essence eau de musc"
O perfume é mais leve comparativamente ao perfume "Narciso Rodriguez for Her", mas apaixonante e intenso sem ser enjoativo e fartante. A colaboradora da loja que me deu a conhcer o perfume disse que era uma edição especial de primavera/verão (verifiquei na net que o perfume foi lançado pela primeira vez em 2011). A embalagem pode não ser muito primaveril, mas é uma essência que vale a pena.


Bem a escolha é um bocado complicada, tendo em conta que só tenho um vale para gastar. Pois é, gente pobre é assim, tem de tomar decisões porque não pode ter tudo o que quer... Oh páh!...

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Long time ago...

Se calhar devem recordar-se de músicas pop, mais propriamente de boys band's compostas normalmente entre 4 a 5 elementos que surgiram em finais dos anos 90 e início do século XXI.
Quando ouço essas músicas confirmo que a idade altera ou aguça os nossos gostos musicais. Ainda assim, não consigo evitar esboçar um sorriso quando ouço estas músicas, porque me lembro o quanto era ingénua na altura.
Aqui vai uma amostra:

5five - If ya Gettin' down 


Backstreet Boys - EveryBody

(eram a minha banda preferida, a minha primeira paixão platónica e tipicamente adolescente era um sósia do Nick Carter)

Havia mais, N'Sync, Take That...

Credo, como o tempo parece que passa a correr mas ao mesmo tempo, tenho a sensação de que a minha adolescência foi há séculos!


Mais uma bela descoberta...

Nina Simone
"Sinnerman"

Descobri hoje algumas músicas de Nina Simone e gostei muito!
Já podia ter ouvido esta cantora mais cedo...

Abril águas mil, que assim seja...


sexta-feira, 30 de março de 2012

Universo masculino II

Ainda na mesma publicação, se refere que

"91% dos homens já admitiu que pagava 1000€ para ter a certeza absoluta de que o que se passa numa despedida de solteiro nunca será divulgado às suas parceiras"
Fonte : sondagem Men's Health USA


Universo masculino

Ryan Reynolds
Estava a ler uma publicação feminina (supostamente vocacionada para jovens mulheres) hoje, quando me deparei com a seguinte secção "Manual de homens - Descodificador de homens" só pelo título já vale algumas gargalhadas.
Nessa secção, encontrei um artigo com algumas afirmações de elementos do sexo masculino. O contexto seria completarem a seguinte frase "Nunca confies numa mulher que..." para nós mulheres termos uma idéia geral do que "faz disparar o sinal de alarme". 
Aí é?! Então "bora" lá ler o que algumas mentes masculinas disseram nessa publicação:

"... apoia uma equipa de futebol rival à tua."

(esperem lá, desde quando é uma mulher que torce pela equipa rival do homem com quem está a sair é motivo de desconfiança? Têm medo que ela secretamente torça pela vitória da equipa rival, quando isso é a coisa mais natural do mundo sendo adepta desse clube?)

"... te olha nos olhos enquanto come uma banana."

(atenção, se comermos uma banana não podemos olhar para um homem. É motivo de desconfiança na certa! O que é que quer dizer? Há alguma mensagem implícita no acto de comer uma banana? Se isso representa um sinal de que a mulher quer fazer algo mais depravado pela imagem que no todo transmite, isso já fica ao critério de cada mente.)

"... conta tudo à mãe."

(E qual é o problema de contar tudo à mãe. Eu por acaso não conto tudo tim tim por tim tim, mas gosto de falar com a minha mãe. Muitas vezes as mães são as melhores amigas das filhas)

"... nunca se oferece para pagar a conta"

(é motivo para desconfiar que a rapariga é pobre ou avarenta se assim for????... OK, mas aqui acho bem que a mulher se chegue à frente para pagar a metade correspondente. É uma questão de boa educação. No caso de ele insistir em pagar tudo, já é outra história.)

"... não tem nenhuma mania esquisita."

(ah?! Acham que todas as mulheres têm de ter manias esquisitas?)

"...diz que está falida, mas tem uma carteira de 500€ na mão."

(Ok, argumento válido. Ou a menina quer aparentar ser algo que não é ou então é uma imitação barata de um artigo de luxo.)

" ... não tem amigas."

(É motivo para desconfiar de uma mulher que não tem amigas? Todas as mulheres têm pelo menos uma amiga. Os homens nem sempre se dão ao trabalho de conhecer as amigas...)

"... tem imensos gatos."

(Provavelmente, proferido por um homem alérgico a gatos.)


Será que serviu para se ficar a conhecer um pouco mais o universo masculino? Eu acho que não, mas sempre me rio ao ler estes artigos.
Há pessoas com as prioridades tão trocadas que até metem medo...

Não gosto de pessoas superficiais que tentam aparentar ser humildes. A verdadeira essência vem ao de cima, quando se mostram mais alegres com a compra de um bem luxuoso, chegando ao ponto de festejar tal aquisição, ao invés de apoiar de forma compreensiva e de ficar verdadeiramente alegre com actos/novidades de amigos, conhecidos, familares etc... Há que ficar orgulhoso das pessoas que temos ao nosso lado, e não dos bens que adquirimos, porque não levamos nada para o "outro lado".

quinta-feira, 29 de março de 2012

CAP

Tirar o CAP ou não nos dias que correm? Eis a questão...

Bela Surpresa: Quinta da Regaleira - Sintra

Quinta da Regaleira @ foto da minha autoria















Ao contrário de Óbidos, fiquei agradavelmente surpreendida com a Quinta da Regaleira em Sintra!
Parece um bosque mágico e encantado com tanto para ver e descobrir.
O ideal seria passar o dia todo lá, para passear calmamente e aproveitar cada lugar, cada recanto escondido, as quedas de água, as grutas... Eu infelizmente só fui da parte da tarde e, muito sinceramente, soube a pouco. Queria ficar lá mais tempo!
O preço de entrada é relativamente razoável e justo.

Sintra é um lugar ao qual gosto de voltar de tempos a tempos... E ainda não vi tudo!

quarta-feira, 28 de março de 2012

A propósito do Festival de chocolate...

24 Março 2012 - foto da minha autoria
Sempre tive curiosidade em ir ao Festival de Chocolate em Óbidos, por alguns motivos.
Conheci Óbidos quando era pequenina, andava na escola primária, num dos passeios de final de ano. A pequena cidade com muralhas à volta tinha me fascinado de tal modo, que sempre tive o desejo de lá voltar.
Quando surgiu a oportunidade, decidi aliar o útil ao agradável, o Festival de Chocolate.

Contudo, devo confessar que fiquei um bocado desiludida. Esperava mais magia, mais organização e mais elaboração no festival...
Considerei o bilhete algo caro para aquilo que ofereciam, aliás nada se oferecia! Se quisessemos algum chocolate especial em exibição, tinhamos de pagar por isso. Nem à entrada nos deram um pequena lembrança (um pequeno bombon, um pequeno íman com a insígnia do festival... são apenas sugestões...) Acho que até para as crianças as diversões deixaram algo a desejar e lá está, tinham de ser pagas.

Outro aspecto a melhorar no festival de chocolate: as filas interminaveis para ver as esculturas de chocolate... 

Em suma, gostei da viagem e da cidade, mas voltar a Óbidos para o Festival de Chocolate acho que está fora de questão nos próximos tempos.

Vê-se que ele é informático...

Neste fim de semana prolongado (para mim), aproveitei para passear muiiiiiittttttttttttooooooooo...
A primeira paragem foi em Óbidos, na Feira Internacional de Chocolate! Delícia... Pelo menos para mim que adoro chocolate. O namorado já torce o nariz para coisas doces. É nestas alturas em que ele cede em prole de algo que eu aprecio muito (e ele não) que eu acho que ele gosta mesmo de mim!.. Oh... lol

Estavamos então na feira de chocolate, quando o namorado exclama, verdadeiramente entusiasmado com algo:
"olha ali uma mascote com o símbolo do "Debian"! Vamos lá tirar uma foto?!"

(bem a mim pareceu-me logo o desenho de uma fatia de torta...)
Fomos lá tirar foto com a dita mascote muito simpática, ao que ele começa a dizer algo do género:
-"isso é o simbolo do debian!"

(mascote) "o quê? eu não sei o que é isso!..."
(namorado) "é o símbolo de um sistema operativo do linux..."
(mascote) "ah?! eu não sei o que isso é!... isto é o desenho de uma fatia de torta! E já percebi que o senhor deve ser informático, pela conversa..."
(namorado) "Pois é verdade, sim senhora..."lol

 eh eh eh eh!!!!
O que eu me ri com a situação!!!!!!!!!!

Aqui fica a foto de comparação:


O "debian" fatia de torta... (foto da minha autoria)



sexta-feira, 23 de março de 2012

Descanso

Finalmente, chegou o tão desejado fim de semana.
Mas o melhor mesmo é saber que a próxima semana será de puro descanso. Estou de férias!!!!
Será apenas uma semaninha (semana santa) que me vai fazer muito bem.
Vou descansar, mas também vou tomar decisões para traçar os tais planos futuros a nível profissional... Espero que corra pelo melhor.


Sexta!!!!!!!!!!!!

Sexta Feira!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! yeahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh


TPM

Mais uma etapa TPM...
Vou anotar na agenda:

"NÃO FAZER DEPILAÇÃO EM PLENA FASE TPM!"

Coitada da minha pele hoje, e de mim também...
Bem... mais uma greve geral que me fez desembolsar novamente alguns € em táxi para chegar ao local de trabalho.
Tudo bem que o direito à greve é um sinal de democracia. Os trabalhadores devem ter o direito de manifestar o seu desagrado.
Por outro lado, estamos a falar de meios de transportes de extrema importância para a deslocação das pessoas no seu dia a dia. Falando por mim, eu não tenho viatura própria (agora estou a sentir-me pobre..lol) e se não conseguir boleia, como foi o caso de hoje, é o "cabo dos tormentos" para chegar ao trabalho...
Saturante...

Quem me dera poder fazer greve sem ser prejudicada por isso (pois é... trabalho no sector privado, não posso abusar)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Flash back

Lembrei-me hoje de um pequeno episódio caricato que aconteceu durante uma viagem ao Alentejo no verão passado.

Foi em Évora, mais propriamente perto do templo de Diana. Estavamos a tirar fotos e de repente vimos um carro a contornar uma curva e a vir na nossa direcção... Apercebemo-nos que o caminho de paralelos era uma estrada, Ops!... O carro abrandou um pouco mas o condutor já estava a gesticular com muita "energia" para sairmos da frente. Assim o fizemos, então o meu namorado pediu desculpa "Olhe desculpe!" 
A resposta imediata que o condutor muito apressado atirou foi um "Vai-te f***r!" e seguiu em frente.

Sempre que me lembro deste episódio, rio-me. Esta situação contada não tem piada nenhuma, mas guardo na memória os trejeitos do homem...

Ai, ai como eu gosto deste Tugalinho à beira mar plantado...

quarta-feira, 21 de março de 2012

Uma bela descoberta

A música é algo divinal, profunda e estranhamente bela...


When all are dizzy and happy from too much wine
I leave the party behind
To walk alone with my thoughts and this spinning mind
Through this cold night
But there she stands

And she walks like you
And she smiles almost like you
A child of the wild just like you
Yes.

For a second I think I get a glimpse
Of the real her, behind
She's warm and fragile
With smiles that reach to her eyes
But just this moment,
A change so sublime

If she looked me deep into my eyes
And softly asked me too
I'd be in her bed and in her flesh
And waste the life I knew

So I hold my breath and close my eyes
And focus on the wine
Let this trembling moment pass us by
So I could say goodnight

But then, an impulse
I almost touched her face
Before I pulled back my hand
And we get nervous
We laugh and she spills her wine
Both so awkward, for what's on our mind

And she talks like you
And she smells almost like you
A child of the wild just like you
But she's not all you
Even strives not to be you
Just like every sister would do

And perhaps it's the want
Of you in her eyes
But I want her this one single time
...Just this one time

If she looked me deep into my eyes
And softly asked me too
I'd be in her bed and in her flesh
And waste the life I knew

So I hold my breath and close my eyes
And focus on the wine
Let this trembling moment pass us by
And then we say goodnight

If I'd looked into her eyes
And softly asked her too
She would give herself and give her flesh
And waste a life she knew

So we hold our breath, and close our eyes
And take a sip of wine
But this thirst has emptied every glass
And we should say goodnight...

...God, help me say goodnight.

terça-feira, 20 de março de 2012

Dos feitios particulares...



Personalidade forte jamais poderá ser confundida com puro mau feitio!...

No meu entender ter personalidade forte é transmitir segurança, carisma, ser acima de tudo assertivo ( e não agressivo), ter o dom da palavra e (sobretudo) saber emprega-las bem de acordo com cada situação e pessoas envolvidas. O dominio das emoções ou a chamada inteligência emocional é algo que nem todas as pessoas dominam.
A pura brutalidade das palavras ao estilo "sou directo e digo o que penso à minha maneira doa a quem doer" jamais poderá ser associada a uma pessoa com personalidade forte, será precisamente o oposto.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Momento ooohhhhhhhhhhhhhhhh


Pois bem, hoje tive um destes momentos ohhhhhhhh
Mas não foi com roupas mas sim com um par de sapatos...
Quem é que me manda ver sapatos de pele!?

quarta-feira, 14 de março de 2012

Amor...


 Posso dizer que o homem da minha vida é o meu namorado. Amo-o!

Mas amor incondicional, puro e inquebravel é o da minha mãe... A nossa relação é umbilical. O cordão físico pode ter sido cortado quando eu nasci. Mas a ligação mantém-se. O amor que ela demonstra vai muito mais além dos bens materiais (que ela pouco ou nada me deu, porque nem sempre houve possibilidades ou oportunidades para dar aquilo que realmente pretendia). Ela demonstra a devoção dela através do cuidado com que cuida da minha roupa (está sempre atenta aos botões das minhas camisas, por exemplo...), na preparação de refeições (tem tendência a separar o que mais gosto), ela foi/e é a minha companhia perfeita para andar pelas ruas típicas da cidade do Porto... Ela sofre mais do que eu própria com as minhas desilusões de vida, vibra secretamente quando eu estou feliz.
Eu amo-a muito! Sei que estará sempre lá, nem que seja como apoio reconfortante.

...


terça-feira, 13 de março de 2012

Pause Break


Preciso urgentemente de uns dias para pôr mãos à obra e começar a magicar planos de acção!

Ah! E também quero descansar um pouco... Que uma pessoa chega a casa sem paciência para pensar bem, só apetece estatelar no sofá e ver um pouco de televisão ou simplesmente ler...

sábado, 10 de março de 2012

Enjoy the sunny day...


Depois de uma noite esgotante em que pensei mais de 3x em que não devia ter saído de casa, para descansar a minha bela cabecinha...

Eis um belo dia de sol em que só me apetece dar uma volta sem destino certo, sem ter que dar satisfações e sem ter que agradar a ninguém...

Luz e sossego, uma bela combinação.

Se não for eu a olhar por mim, quem vai olhar?
Right?...

Enjoy the silence...


sexta-feira, 9 de março de 2012

"Saboreia o momento" - chá!


Olha o presente do dia da mulher lá na empresa!


Uma caixa com 20 saquetas de chá verde. O slogan da embalagem "Saboreia o momento" é um tanto ou quanto contraditório com o ambiente de stress diário que se vive.
Logo, devem ter mandado o chá para as mulheres se acalmarem um pouco.. lol

quinta-feira, 8 de março de 2012

uhuhuhuhuhuhuhuhuhuhuhuhuh............


Porque tem um som divertido, ritmado e que fica facilmente no ouvido.

Bora lá "move like Jagger"!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Heranças milionárias...


Li algures sobre Bill Gates:


Apesar da fortuna, Bill destinará uma “ínfima” parte aos filhos: estima-se que cada um dos três herdeiros receberá US$ 10 milhões. “Isso quer dizer que eles terão que procurar o próprio caminho”, explica o bilionário. “Eles terão a melhor educação que o dinheiro pode pagar e nós tomaremos conta de tudo relacionado à saúde deles, mas, em termos de salário, eles terão de arrumar emprego e ir à luta”

Já Tinha ouvido falar que Bill Gates não pretendia doar a totalidade da fortuna aos filhos, mas apenas uma pequena parte. Acho o argumento deveras racional.

terça-feira, 6 de março de 2012


Porque na vida não podemos estar à espera que sejam sempre os outros a oferecerem o que nós queremos: ofereço uma rosa a mim própria...

Porquê?

Porque eu mereço!!!!

Prestem atenção: muito cuidado com desabafos pessoais contra 3º no facebook


lol....

Atitude completamente impulsiva e radical, mas necessária...

sábado, 3 de março de 2012

Ventos de mudança

Ontem tive percepção real de que as coisas estão a mudar a sério...
As notícias que tive dão-me prazo para tentar pensar e organizar a minha vida daqui a três, quatro meses.

O mais irónico na minha vida é que sempre que penso que alguma coisa está a melhorar, ou estabilizar, recebo notícias que desestabilizam o cenário actual.

Mas pronto, c'est la vie...

La vie en rose...

Vale o apoio daqueles que nos são realmente próximos e estão simplesmente lá para apoiar.
P.S Obrigada R.A.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Pequeno espelho da sociedade

A sociedade parece estar do avesso...

Crescemos numa sociedade consumista que priveligia sobretudo a aparência, a imagem que se transmite aos outros.
Não publiquei o texto de Mia Couto porque toda a gente o está a fazer também.
Divulguei o texto porque acima de tudo revejo a sociedade que ele tão bem descreve.

Com efeito, conheço um rapaz que é filho de papás ricos (pai médico com uma quinta de turismo rural) que aos 29 ainda não terminou o curso de engenharia e só relativamente há pouco tempo é que começou a trabalhar numa pequena publicação (os pais pelos vistos têm uma relação priveligiada com a tal publicação...).
O rapaz para mostrar que é uma pessoa simples, prefere morar nuns anexos mais pequenos e simples porque é uma pessoa humilde (foi apontado por uma pessoa que tem respeito e amizade por ele).
Esse rapaz no Carnaval lembrou-se de ir mascarado de "Homem da Luta"...

Devo alertar, desde já, que não se trata de um texto crítico e invejoso em relação a pessoas com um contexto socio economico semelhante. 

A situação do Carnaval passou-se numa terra relativamente pequena onde quase todos os habitantes se conhecem. O dono do café local, muito mal humorado (como é habitual no C.) atira de forma directa e sem papas na língua "tu nem devias estar disfaçado de homem da luta!", o rapaz questiona o porquê, "nasceste em berço d'ouro!" atira o outro . 
Tratou-se de uma situação um bocado caricata e absurda até. 
Contudo, a triste realidade é que quando olhamos para aqueles jovens que ainda não começaram a trabalhar e já têm as roupas da marca, a carta de condução, o carro, não perdem uma noitada e bebem como se não houvesse amanhã não se consegue evitar ter este tipo de pensamentos. O senhor do café disse em voz alta o que muita gente pensa.
A pretensão não é traçar um retrato negativo do rapaz, conheço-o pouco mas pareceu-me muito simples, simpático, acessível enfim uma pessoa normal. Mas tenho consciência que ele não sabe o que são as reais dificuldades da vida.
Tomara a muitos jovens terem todo o tempo do mundo para estudarem ao ritmo que pretendem, ao invés de (como no meu caso) se sentirem pressionados a acabar o curso para encontrarem rapidamente um emprego e deixarem de ser um fardo para os pais, por exemplo.
Eu poderia ter optado por viver num anexo à parte, para ter o meu espaço... Mas Ops, que chatice a minha familia nem anexos tem. Só tem a casinha pequena a precisar de reparo em algumas divisões... Este pequeno exemplo demonstra que desde cedo tive de me contentar com o que tinha, simplesmente nunca me foi dada a opção de escolher...

Estavamos a falar desse rapaz, numa ocasião durante o fim de semana, quando a jovem que o defendia argumentou que ele tinha possibilidade de escolha. Ele escolhia viver no tal anexo porque era um pessoa simples e tal... A única argumentação da minha autoria (e creio que bastou) foi precisamente a de que "nem todos têm possibilidade de optar, assim como eu não tive..." Mas imagino que para essas pessoas seja complicado imaginar o outro lado. Apontam logo a Inveja, a Dor de Cotovelo dos que não têm... Supostamente porque são malandros e não trabalham. 
Diz o ditado, e muito bem, "se queres, trabalha para o teres!"
Esta é a minha máxima.
Mas neste caso concreto, estou a falar de jovens que já têm quase tudo (em termos materiais) sem conhecerem o trabalho árduo.
Ironicamente a pessoa que o defendeu (por quem eu sinto um carinho especial e respeito) é jovem (está no ínicio dos 20) já tinha um carro bom antes de terminar a faculdade, é compradora compulsiva, é adepta de grandes festas e noitadas... Que sabe ela de trabalhar arduamente para juntar dinheiro e comprar um carro com valor acima dos 10 000€?

Se as pessoas de "baixo" fossem realmente invejosas não se dariam ao trabalho de conhecerem melhor as outras pessoas idependentemente da sua origem e meio socio-económico. Não vou por de lado uma pessoa que com 20 anos tem mais do que eu alguma vez tive com 27 anos. Vejo as pessoas sobretudo pelo que são. Ninguém tem culpa de eu ter nascido com algumas limitações, assim como estes dois casos não têm culpa de terem o que têm (se têm foi porque alguém podia dar, e foi permissivo a esse ponto). Mas creio com toda a certeza que não sabem o que são dificuldades e limitações reais...



O nome Cangueiro traz à minha memória por associação a palavra cangalheiro.

Antigamente também chamavamos cangalheiro ao coveiro, cuja tarefa era enterrar os mortos. 
Ou melhor, os corpos mortos que em terra já não fazem nada de útil...


Um bocado mórbido para fim de dia, eu sei...

Hoje tivemos a confirmação de mais três despedimentos (pessoal pertencente aos quadros) na empresa.
O ambiente não está lá muito famoso... diria mesmo que está sombrio.

Da nossa geração...

Porque li algures entre os e-mails que me são reencaminhados por colegas de trabalho e me identifiquei com as idéias deste texto, não poderia deixar de o publicar também:


Mia Couto - Geração à Rasca - A Nossa Culpa 
  "Um dia, isto tinha de acontecer.


Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa
abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes
as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar
com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também
estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância
e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus
jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a
minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)
vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós
1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram
nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles
a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes
deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de
diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível
cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as
expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou
presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não
havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado
com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A
vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem
Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde
não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar
a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de
aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a
pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e
da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que
os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade,
nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter
de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e
que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm
direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,
porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,
querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo
menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por
escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na
proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que
o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois
correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade
operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em
sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso
signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas
competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por
não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração
que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que
queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a
diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que
este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo
como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não
lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de
montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o
desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e
inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e
nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como
todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham
bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados
académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos
que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e,
oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a
subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares
a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no
que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida
e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme
convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem
fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e
a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço? "

Descobri Mia Couto relativamente há pouco tempo, através da leitura do livro "Terra Sonâmbula". Gostava de o ter descoberto mais cedo. Aprecio a forma como transmite ideías e conta histórias fantásticas de forma simples, directa, numa linguagem cuidada mas que chega a todos...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

músicas irritantes

Tenho de ter muito cuidado com os programas que vejo, visto que podem conter músicas do género "pimba" que após alguns dias, surgem do nada a martelar na nossa cabeça...

Hoje era música dos Excesso "eu sou aquele que te quer...", era a Micaela "amor, amor desliga a televisão..."
Bem, basicamente eram apenas estas músicas (e chega!) que trauteavam na minha cabeça. Só pensava "mas que raio, a minha cabeça está em modo pimba hoje" grrrr 
Lembro-me de ter ouvido a música da Micaela no programa "Gosto disto", agora para a outra não há explicação...

Bem, resta-me ir ouvir música ao meu gosto para isto passar (espero eu...)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

ai que montanha russa


Sinto-me numa permanente montanha russa em termos de sentimentos.
Como é possível alguém despertar em nós os sentimentos mais lindos que  nos fazem sentir bem lá no cimo da montanha, como de repente certas atitudes nos fazem sentir bem lá no fundo do poço, assim como se fossemos secundárias?...
Someone is cooking for me!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Diz ele que vai ser: ninhos de ovos à bolonhesa!

;)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

poema

"Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias"

Sophia de Mello Breyner Andresen

Carnaval!!!

Este ano o Carnaval foi excepcional para mim...
Após muitos, mas muitos anos sem me mascarar (a última vez deve ter sido no 6º ano ou na primária mesmo...), este ano voltei a envergar uma "farda" no Carnaval.
Aconteceu porque um grupo de amigos e alguns conhecidos decidiu alinhar numa brincadeira em que os homens iam vestidos de prisioneiros e as mulheres de polícias.
Foi mesmo divertido! Muito mais pela parte de termos ido um grupinho com as mesmas vestes. O motivo pelo qual nunca alinhei nessas andanças de máscaras de Carnaval, foi porque nunca tinha um grupo coeso em que se mascarassem todos com quem sair nesta altura. A piada não esteve no facto de ser Carnaval, mas sim porque todos nos vestimos para a paródia.
O meu fato é muito parecido com o da foto, com duas diferenças: levava calções em vez de saia e a camisa azul não era decotada.. lol Ainda levava uma gravata para meter respeito! eh eh

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012


Hoje sinto-me tão apática...
Tenho aquele sentimento que a vida está a passar muito rápida, tão rápida que às vezes perco a noção do seu sentido.
A minha vida parece que se resume a trabalho basicamente. Tentar manter o meu trabalho por assim dizer...
E para quê? Dinheiro... 
Há coisas que o dinheiro não compra. Geralmente quem diz isto é porque nunca passou dificuldades na vida. Eu já passei.  E sou humilde o suficiente para saber dar valor à minha independência.
Mas às vezes... Às vezes pareço presa a uma rotina sem sentido, presa à vida das outras pessoas, como se tivesse de as seguir para não ficar para trás... Fico a pensar se não será para trás, ou se não será para não ficar sozinha?...

Eu sei que devia dar graças por ter o pouco que tenho quando há tantas pessoas em situações extremas em termos de dificuldades sérias e reais. Mas às vezes...

Inner Silence

"When the silence beckons,
And the day draws to a close,
When the light of your life sighs,
And love dies in your eyes,
Only then will I realise,
What you mean to me."
Inner Silence
Anathema



Esta música tem alguns anos, era muito nova quando a ouvi pela primeira. Ainda assim, continua a arrepirar-me e a deixar-me estarrecida, como se fosse a primeira vez...

St Valentine's day

Os dias passam e não tenho nada de novo a anunciar...
Mas claro que não podia deixar de dar a minha opinião sobre o dia dos namorados.

Este é o meu segundo ano em que tenho um dia de São Valentim com o namorado. O que é que posso dizer?...
Acho lindo que haja um dia que celebre o amor entre dois seres. Se bem que o amor deve ser sempre celebrado! Mas a distinção deste dia evidência a importância suprema do amor.

Soa tão bonito, lol... Porém, por haver tanto zum zum em torno do dia dos namorados com situações do estilo "a prenda que eu vou dar" ou "vamos planear algo para termos um serão bem romântico" acaba por tirar a espontaneidade do romantismo. Os gestos românticos parecem tão forçados. É o estar à espera de prenda, do jantar à luz das velas, etc...

Por exemplo, o meu serão do dia dos namorados foi menos romântico que hoje... Com efeito, fomos a um restaurante pequeno mas aconchegante e com bom ambiente, mas o namorado estava mais para lá do que para cá devido ao cansaço. O facto de ter recebido uma chamada do trabalho não ajudou muito ao clima romântico. E pronto, depois lá veio mais uma das minhas crises existenciais...
Ele diz que o nosso mal é idealizarmos muito as situações. Até pode ser que as mulheres sejam mais idealistas que os homens. Mas nós damos valor aos gestos e comportamentos, muito mais do que a palavras.

De resto, já tive noites bem mais românticas com as quais não estava a contar, e ainda bem!
Vivam os gestos espontâneos, hoje e sempre!...

Idem aspas

Como eu me identifico com estas palavras:


"Muitas vezes ficamos desnecessariamente presos ao passado. Presos, ao ponto de deixar de viver o momento actual, enquanto andamos por aí perdidos entre pensamentos e lamentações acerca do que algum dia poderíamos ter dito, feito, adiado ou alcançado. É verdade que há situações específicas que nos obrigam a repensar os nossos comportamentos passados, a pedir desculpa ou reflectir sobre o que fizemos, de modo a definir melhor como queremos continuar daí para a frente. Tirando isso, para quê tanta fixação naquilo que já foi, que já passou e, irremediavelmente, acabou? Para quê tanta lamentação por causa do que aconteceu ou hipoteticamente deveria ter acontecido? Não é por passar a vida a reviver continuamente momentos passados que fazemos com que o tempo ande para trás, dando-nos uma nova oportunidade para corrigir algo. É precisamente o oposto. O início de cada novo dia é um renascer, um novo início e uma oportunidade de fazer as coisas de maneira completamente diferente. O que fazemos hoje, é para isto que deveríamos dirigir a nossa atenção e energias. Porque na verdade, a vida pode acabar a qualquer momento. O que passou, já passou. Tudo o que temos é o agora e, especialmente, o que fazemos com ele. " 


Fonte:
Blog Black and White "Em resposta: O passado e o presente...apenas a minha opinião sobre o assunto"

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Recordação...

Esta música faz-me simplesmente lembrar uma única coisa tão boa:
- Viagem à Serra Da Estrela no ano passado com o namorado!

Lembro-me de ouvir esta música pelo caminho. Digamos que foi uma viagem romântica e caricata ao mesmo tempo :) Foi tão bom...

Pequena observação

Esta semana já é a segunda vez que derramo água sem querer.
A primeira vez foi ontem, na secretária lá do trabalho. A segunda foi hoje, também lá no emprego, mas desta vez na copa onde se costuma fazer pausas e almoçar.
A minha cabeça começa logo a pensar: "será que isto é algum sinal?" Alguém quer falar comigo?"

Através de uma pesquisa rápida no google (numa página de superstição, pronto), vi que pode ser sinónimo de felicidade para o dono do lar... ora eu não estava em casa, mas sim na empresa, o que é que isso quer dizer? Que inesperadamente me podem dar a efectividade? :) lol 

É sempre bom sonhar e ter esperança... :)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ops...



Bem, hoje a caminho do posto médico para uma consulta da minha mãe, eis que me meto no autocarro errado...
Só me apercebi quando o autocarro a dada altura segue um trajecto diferente do habitual. Ops...
O que é que eu fiz? Tive um feeling que o autocarro ia dar a certa localidade perto da zona do posto médico e ,ao invés de ficar nervosa, deixei-me ir... Por acaso acertei na paragem e consegui dar com o destino a tempo e horas.

Confesso que mesmo na vida real, às vezes a minha postura é um pouco assim "tenho um feeling (sem certezas) e depois vemos no que vai dar"...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012



Hoje estou cansada...
Cansada não só fisicamente (estou a precisar de dormir) mas psicologicamente também.
Estou com aqueles pensamentos sobre o sentido da vida.


As pessoas têm percursos de vida tão díspares quanto inesperados.
Olhamos para uma pessoa e julgamos que a conhecemos, pela maneira de falar, de rir pela maniera de estar na vida, pela maneira como reage a desafios... Mas até que ponto conhecemos realmente uma pessoa ao ponto de por a "mão no fogo" por ela. 
Nós próprios sabemos que temos pensamentos e sentimentos que jamais ousamos verbalizar em voz alta. Por muito bom que alguém seja a escrever ou a expressar os sentimentos, há sempre aquele lado que fica escondido...


Uma pessoa pode ser super alegre, viver a vida como se não houvesse amanhã... mas e se esse lado escondido toma conta dela quando se sente deseperadamente no limite? É uma ilusão pensar que nos controlamos SEMPRE, porque numa fracção de segundos tudo pode mudar, seja por cansaço, doidice, desespero ou mesmo orgulho... Temos o livre arbítrio de escolher o rumo da nossa vida e até mesmo de por termo nela, mas até que ponto e com que base fundamentada?

Hoje estou cansada, tenho consciência de que não sei o que escrevo, mas sei o porquê... Notícias recentes acordam sempre velhos fantasmas!...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

...

Este mês começou com um acontecimento inesperado, daqueles que nos fazem pensar seriamente sobre a vida que levamos e de como ela pode ser reduzida a nada de um momento para o outro...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Música para os meus ouvidos

Um pouco de magia, romantismo, melodia e beleza para dar um toque final diferente a este meu dia cinzento mais cinzento não há!...

Ever Dream...